quarta-feira, 31 de agosto de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016

Pai, ensina-me a ser quem Tu queres que eu seja.

 "Senhor, perdoa-me quando eu deveria orar e não orei,
perdoa-me quando eu deveria pedir perdão e não pedi,
perdoa-me quando eu deveria me arrepender e não me arrependi,
perdoa-me quando eu deveria te adorar e não te adorei,
perdoa-me quando eu deveria agradecer e não agradeci,
perdoa-me quando eu deveria te buscar mais e não busquei,
perdoa-me pelas vezes em que coloquei o Senhor em segundo plano
e tentei fazer as coisas do meu jeito.
Senhor, perdoa-me por todos os meus pecados
e me ajuda a ser uma pessoa melhor.
Pai, ensina-me a ser quem Tu queres que eu seja."
Amém!
sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Obrigada Senhor, pela vida dos meus filhos.


"Senhor Meu Deus, eis-me aqui, em tua presença para agradecer-te
pelo dom de ser mãe. É uma graça imensa que tu me concedeste.
Agradeço Senhor, pelas alegrias que meus filhos semeiam em meu
viver, e pela coragem que tens me dado para enfrentar os momentos difíceis.
Obrigada pelas cruzes que,com tua força, pude assumir e abraçar.
Elas engrandeceram minha fé, e aprendi que ter problemas na vida
não é ter uma vida infeliz; é possível vencer muitas batalhas,
pondo os joelhos no chão e a vida em tuas mãos.
Obrigada Senhor pela minha família, ela completa minha existência.
Permita-nos juntos buscarmos harmonizar nossas diferenças,
para construirmos dia-a-dia, nosso lar e nossas vidas.
Senhor, que minha casa seja o teu santuário.
Que eu tenha compreensão e amor no coração.
Que tua luz me oriente na tarefa de educar e
inspira-me ser mãe segundo a tua vontade.
E te peço, Meu Senhor, tuas bênçãos em meu lar."
Amém!
sábado, 20 de agosto de 2016

Educar não é uma tarefa fácil.

Dicas de Educação.
O que fazer quando os conflitos familiares se convertem numa constante e explodem por qualquer motivo? Como assumir e expressar raiva, medo, frustração ou tristeza, sem ter a impressão de colocar em risco o amor e a confiança? Como formar e educar as crianças sem recorrer ao castigo físico?
A resposta está em utilizar estratégias educativas que não utilizam a violência física e psicológica e que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social dos filhos e filhas de forma saudável e participativa, o que chamamos de estratégias de educação positiva.
Educar não é nada fácil. Depois de um dia inteiro de problemas, mães e pais chegam em casa e precisam cuidar dos filhos. E as crianças querem atenção, nem sempre obedecem e pedem tudo. É muita pressão.
Nessa hora a palmada ou um tapinha de leve parecem uma boa ideia. Sem que a criança entenda direito, os mesmos pais que dão comida e beijinho de boa noite, de vez em quando aparecem com o chinelo na mão. Para não apanhar, as crianças passam a preferir a distância e o silêncio. Mentem para evitar brigas e escondem seus erros. Aos poucos, quase nada se resolve sem gritos ou ameaças. E o resultado disso é que as crianças, ao invés de respeitar os pais, ficam com medo deles.
Muitos pais apelam para a violência porque é comum acreditar que é a melhor forma de manter a autoridade e de proteger os filhos. Antigamente se achava que castigos físicos e humilhantes faziam parte da educação. Hoje, se sabe que não é bem assim. Existem formas carinhosas de educar que dão resultado. Reunimos aqui algumas dicas de educação que você pode aliar a estratégias específicas de educação positiva, para garantir ao seu filho um desenvolvimento pacífico, feliz e livre de violência.

1. Se acalme – Respire fundo antes de chamar a atenção de seu filho ou filha. Evite discutir os problemas enquanto estiver com raiva, porque nesses momentos podemos dizer coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que podem magoá-las tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós.

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação – Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para encontrarem a solução juntos.

3. Seja o exemplo - É preciso que você mantenha um comportamento que possa ser seguido pela criança. Por exemplo, beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.
Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões – Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro. Então não devemos agir assim com nossos filhos. Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. Precisamos compreender que as crianças são seres humanos como nós adultos.

5. Não deixe que a raiva ou o stress acumulados por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos – Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão – Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha a calma e um tom de voz baixo, segure as mãos enquanto conversam. O contato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere as opiniões e ideias dos seus filhos – Muitas vezes as explicações sobre o ocorrido não são nem escutadas pelos pais. É importante ouvir o que as crianças têm a dizer. Tome decisões junto com eles, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorarem da próxima vez. A conversa é fundamental.

8. Valorize e elogie as atitudes positivas – Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas, fez um desenho para você, amarrou o calçado sozinha ou colocou no lugar algo que você pediu? Elogie. Todas essas pequenas coisas são frutos de um esforço da criança, e o elogio é um estímulo.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem – Explique o motivo de suas decisões e ajude as crianças a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam assimilá-las.

10. “Prevenir é melhor do que remediar, sempre” - Criar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes dos conflitos. Integrá-las nas atividades do dia a dia evita que tentem chamar a atenção de outras formas.
Se precisa fazer compras e terá que levar seu filho pequeno, você pode deixá-lo ajudar nas compras, conversando com ele sobre o que está comprando. Peça para ele falar o que acha de um determinado produto. Se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Peça desculpas, todos erramos – Caso tenha errado e se arrependido, peça desculpas às crianças. Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos.

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela – Uma criança de um ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deve ser estimulado pelos pais e educadores. Mas é preciso paciência e, ao invés de se irritarem com a possível “lambança” que a criança irá fazer, estimule-a a se alimentar por conta própria. Plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil a limpeza do local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique consequências lógicas – Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos. Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.
Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.
 
Importante: consequências são diferentes de punições. Estas últimas machucam as crianças, física e emocionalmente, deixando-as com raiva, inseguras e tristes. Já as consequências ensinam. Mas é preciso ter cuidado para não submeter a criança a situações de perigo. 
(Fonte: Rede Não bata, eduque)
terça-feira, 16 de agosto de 2016

10 dicas de como educar os filhos.

“1-Dê a seu filho também uma educação espiritual.
2-Aponte os erros que seu filho comete e corrija-o; e quando ele acertar, não se esqueça de aplaudi-lo.
3-Não dê à criança tudo quanto ela queira.
4-Não confunda as coisas: quando seu filho deixar espalhados os brinquedos, ensina-o a guarda-los.
5-Não brigue e nem discuta na presença do seu filho.
6-Não dê ao seu filho quanto dinheiro ele pedir.
7-Não satisfaça todos os desejos e caprichos do seu filho.
8-Quando seu filho entrar em conflito com professores, polícia, vizinhos e colegas, não tome seu partido sem antes examinar bem o fato e ver de que lado está a razão.
9-Não faça comparações das virtudes e qualidades do seu filho em relação aos outros.
10-Qualquer tipo de vício é prejudicial para os adultos e muito mais às crianças, seja o exemplo para seu filho.
Eduque seu filho e prepare-se para uma vida de harmonia, alegrias e felicidades.”
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016

10 coisas que não devemos dizer às crianças.

Segundo o médico pediatra Marcelo Reibscheid, 10 coisas que não devemos dizer às crianças nem na frente delas, pois podem interferir na formação de sua personalidade:
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pedidos de um Filho aos seus Pais.

"1. Não me dê tudo o que te peço. Às vezes meus pedidos querem apenas ser um teste, para ver quanto posso pedir.
2. Não grites comigo. Eu te respeito menos, quando o fazes. E me ensinas a gritar também, e eu não queria isto.
3. Não me dê ordens a todo momento. Se em vez de mandar, algumas vezes extremasses teus desejos sob forma de pedidos, eu o faria mais rapidamente e com mais gosto.
4. Cumpre as promessas que fazes, boas ou más. Se me prometes um prêmio, deves concedê-lo assim como um castigo.
5. Não mudes de opinião a cada momento sobre o que devo fazer. Pensa antes mantendo a decisão.


6. Não me compares a ninguém, especialmente com meus irmãos. Se me colocas acima deles, alguém vai sofrer. Se me colocas abaixo, eu é que sofro.
7. Deixa que eu faça, acertando ou errando. Se fazes tudo por mim, serei um eterno dependente.
8. Nunca pregues uma mentira, nem me peças que eu o faça. Isto criará em mim um mal-estar e me fará perder a confiança em tudo o que afirmas.
9. Quando te enganas em alguma coisa, admite-o francamente. Isto não te diminuirá a meus olhos, pelo contrário te fará crescer e eu aprenderei a assumir minhas faltas.
10. Quando te dás conta de um problema meu, não digas que é bobagem, que o tempo corrige ou que não tens tempo. Eu preciso ser compreendido e ajudado.
11. Trata-me com a mesma amizade e a mesma cordialidade com que tratas teus amigos. Pelo fato de pertencermos à mesma família, não significa que não possamos ser amigos também.
12. Nunca me ordenes fazer uma coisa quando tu mesmo não o fazes. Eu aprendi a fazer sempre apenas aquilo que tu fazes e não aquilo que tu dizes.
13. Ensina-me a amar e conhecer a Deus. Não acredites que as evangelizadoras possam fazer isto em teu lugar.
Tudo o que me ensinares a respeito de Deus, nunca entrará em meu coração e em minha cabeça, se tu não o conheces, nem o amas." 

(Desconheço a autoria)

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